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“Formamos a Igreja viva, que caminha ao encontro do Senhor”

“Formamos a Igreja viva, que caminha ao encontro do Senhor”

capaFoi com grande alegria e, ao mesmo tempo, com muita piedade, que pela 12ª vez a Paróquia Santa Maria de Baependi se dirigiu em peregrinação para o Santuário da Imaculada Conceição da Beata Nhá Chica. A peregrinação, como de costume, aconteceu no primeiro domingo da quaresma e todas as comunidades urbanas e rurais se organizaram e saíram a pé para juntas elevarem suas preces e pedidos à querida Beata Nhá Chica, a “Santinha de Baependi”.

Tanto para a paróquia, quanto para o santuário, essa 12ª peregrinação possui um sentido muito especial. Primeiramente porque neste ano somos convidados a celebrar os 10 anos da beatificação de Nhá Chica, em maio; e, também, celebramos os 300 anos de ereção canônica da Paróquia de Santa Maria de Baependi, em agosto. Todas as duas datas nos levam a contemplar um povo rico na piedade popular, nas tradições e na vivência de sua fé.

Nessa peregrinação, muitas pessoas caminharam a noite toda ou boa parte da madrugada para que logo de manhãzinha pudessem se encontrar na entrada da cidade e, juntas, ir em rumo ao Santuário da Beata Nhá Chica. Logo após o café comunitário, todos seguiram em uma bonita procissão pelas ruas de nossa cidade e, chegando ao santuário, participaram da Santa Missa com a presença dos padres da cidade, religiosas, seminaristas e centenas de pessoas, paroquianos e devotos, que diante dos restos mortais da Beata Nhá Chica elevaram suas preces, seus agradecimentos e por vezes se emocionaram por mais um ano estarem ali presentes.

Esta é uma das atividades que marcam esta bonita caminhada no tricentenário da Paróquia de Santa Maria. Pedimos a Deus, por intermédio de nossa padroeira, a Senhora do Montserrat, e também de nossa Beata Nhá Chica, que esse bom povo seja sempre animado em sua fé e continue a ser perseverantes na missão de batizados que assumiram, anunciando sempre a Cristo Jesus por palavras e por obras. Que, como Nhá Chica, saibamos, no recolhimento de nosso coração, nos estregar à proteção maternal da Senhora da Conceição e clamar nos momentos de aflição “Virgem da Conceição, valei-me nesta ocasião”.

Tobias de Oliveira Coelho
Seminarista do 4° ano de teologia.

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