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PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO ENCERRA TRÍDUO PREPARATÓRIO PARA A FESTA DE N. SRA. DO CARMO

PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO ENCERRA TRÍDUO PREPARATÓRIO PARA A FESTA DE N. SRA. DO CARMO

IMG 0575Na noite desta segunda-feira, dia 15 de julho, a paróquia Santo Antônio, sé diocesana de Campanha, reuniu para celebrar o último dia do tríduo preparatório para a festa de N. Sra. do Carmo, padroeira diocesana. A celebração foi presidida por D. Pedro Cunha Cruz e concelebrada pelo pároco, pe. Luzair Coelho de Abreu. Animou a celebração o Coral Catedral.

Homilia

“Na semana passada a Liturgia da Palavra nos relatou especificamente a história dos patriarcas. Acolhemos a história de José no livro do Gênesis. E hoje nós temos o livro do Êxodo. Nesse primeiro capítulo é retratada a situação histórica do povo de Israel, um povo que não tinha governantes, que não tinha um território, não tinha sua situação definida porque não tinha sua terra; não tinha um líder, não era um povo reconhecido pelos demais. Deus vai se compadecer do povo de Israel e vai voltar seu olhar misericordioso.”

“O que não foi dito na primeira leitura foi dito no Salmo responsorial foi cantado no Salmo responsorial. Foi cantado os grandes feitos desse povo de Israel”

“No evangelho, nós temos algumas exigências, sobretudo neste ano em que estamos vivendo o ano extraordinário missionário, nessa leitura Jesus faz uma catequese sobre como deve ser a missão, como deve ser missionário. Jesus Deixa claro o sentido autêntico de sua missão. […] O discipulado nos leva uma decisão fundamental de seguir e ser autêntico Como Jesus Cristo. Amar Jesus incondicionalmente é o que Ele nos pede hoje! E aí não cabe o nosso jeitinho brasileiro ou meias palavras. Seja o nosso sim, sim; e o nosso não, não”

“Quando Jesus acabou de dar essas instruções missionárias, o termo missionárias é de minha parte, Ele partiu. O próprio Cristo partiu para sua missão. Ele mesmo dá o testemunho da missionaridade. Jesus está sempre em saída e, alguns momentos, ele faz uma pausa para poder rezar. Mas sempre a sua oração está vinculada à sua missão. […] Jesus é missionário por excelência do Pai.”

Terceiro dia do Tríduo para a festa em honra à padroeira diocesana

Para celebrar a festa da senhora do Carmo, a paróquia Santo Antônio programou um tríduo, que foi realizado de sábado, 13 a segunda, 15/07. Na noite desta segunda-feira, a reflexão foi sobre uma dos principais símbolos do Carmelo: o Escapulário da Virgem do Carmo.

O escapulário ou bentinho do Carmo é um sinal externo de devoção mariana, que consiste na consagração a Santíssima Virgem Maria, por meio da inscrição na Ordem Carmelita, na esperança de sua proteção maternal. Segundo a tradição da Ordem e antigos testemunhos, no dia 16 de julho de 1251 — e é por isso que a Igreja celebra a festa de Nossa Senhora do Carmo neste dia do mês de julho —, a Virgem Maria apareceu a São Simão Stock e lhe entregou o escapulário dizendo: ” O escapulário será para ti um privilégio, e quem morrer piedosamente revestido com ele será preservado do fim eterno”.

A palavra escapulário, vem do latim, scapula, que significa “armadura”, “proteção”; referente também ao osso escápula localizado no ombro e acima do tórax. É uma forma de confiança em nossa Mãe Rainha e sinal de devoção à Nossa Senhora do Carmo. A pessoa que o usa, é coberta com a proteção e graças da Virgem do Carmo; supõe sua presença carinhosa em nossa vida e o cumprimento das promessas feitas por Ela aos que levassem o escapulário.

Ele é um Sacramental; um sinal sagrado, por meio do qual se obtém efeitos, sobretudo espirituais, pela intercessão da Igreja, que fez dele uma das devoções mais difundidas. Santa Tereza dizia que: “portar o escapulário, era estar vestida com o hábito de Nossa Senhora”. É o sinal da proteção de Maria.

S. Boaventura

Dia 15 de julho é dia em que igreja lembra a memória de São Boaventura. Boaventura nasceu em 1218. Entrou para ordem de São Francisco, onde foi vigário geral, com apenas 36 anos. Foi professor de teologia em Paris. Feito cardeal, teve então de aceitar a consagração episcopal, que antes por humildade tinha recusado. Recebeu do papa Gregório X o encargo de preparar o segundo Concílio de Lion. Santo Tomás de Aquino também fora convidado, mas morreu alguns meses antes da abertura do concílio, que se deu no dia 7 de maio de 1274. No dia 15 de julho do mesmo ano morria também frei Boaventura, assistido pessoalmente pelo Papa. A caridade é o fundamento da doutrina teológica que frei Boaventura ensinou com sua palavra e escritos. Entre os seus livros mais conhecidos encontra-se O itinerário da mente para Deus.

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